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domingo, 15 de março de 2009

E a casa caiu!...

Depois do acidente ocorrido com o prédio sede da "Renascer em Cristo", em São Paulo, muitos disseram: isto é o resultado, a consequência, de todas as ações erradas, de todos os pecados cometidos pelos seus líderes. Sem me alongar neste assunto, queria apenas comentar uma ou duas coisas, que creio serem prudentes para se lembrar em um fato como este.

Em primeiro lugar, fique claro que, o modo como uma pessoa morre na carne nesta vida, em nada se relaciona obrigatoriamente com o tipo de vida que esta pessoa tem com Deus. Já conheci casos de pessoas completamente descrentes e que repudiavam a pessoa de Deus, morrerem absolutamente "tranquilas e em paz", sem que nada de trágico sofressem. Do mesmo modo, já conheci a história (e não poucas!) de pessoas tementes a Deus, que morreram tragicamente, em situações e circunstâncias que muitos teriam pavor só de pensar.

Se considerarmos a vida dos verdadeiros discípulos de Jesus, somaremos morte terríveis, principalmente nos anos passados, quando a crueldade se manifestava de forma mais, digamos, grotesca. O que conta, verdadeiramente, não é o modo como morreremos, mas sim, se morreremos ou se viveremos para sempre. E isto, independentemente do que acontece com nosso corpo físico na hora da morte, é o que conta.

Jesus, em uma passagem do evangelho de Lucas, fez as seguintes observações:

“Então Jesus disse: —Vocês pensam que, se aqueles galileus foram mortos desse jeito, isso quer dizer que eles pecaram mais do que os outros galileus? De modo nenhum! Eu afirmo a vocês que, se não se arrependerem dos seus pecados, todos vocês vão morrer como eles morreram. E lembrem daqueles dezoito, do bairro de Siloé, que foram mortos quando a torre caiu em cima deles. Vocês pensam que eles eram piores do que os outros que moravam em Jerusalém? De modo nenhum! Eu afirmo a vocês que, se não se arrependerem dos seus pecados, todos vocês vão morrer como eles morreram.” (Lucas 13:2-5)

Creio que fica bem claro, que o modo como morremos não é uma prova de que somos ou não aprovados por Deus. Na verdade, se somos de Deus verdadeiramente, temos a certeza de que a nossa morte foi absolutamente "planejada" pelo Senhor. E seja lá como ela se suceder, e quando, ela será só mais um plano de Deus cumprido à risca em nossa vida. Graças a Deus.

No caso do acidente na Renascer Sede em São Paulo, ainda que todos estivessem sujeitos à mesma tragédia, alguns se salvaram, ainda que morreram, e outros não. Assim como alguns não morreram, mas nem por isso estão vivos, mas sim, estão mortos.

domingo, 1 de março de 2009

Cortando o Mal pela Raíz!

Já que estamos começando mais um ano - digo começando, porque me parece que o brasileiro não perde o péssimo costume de começar o ano "só depois do (detestável!) carnaval" - , me ocorre falar sobre um fato interessante e recorrente, creio eu, na vida cotidiana da maioria das pessoas, que leva sempre à seguinte proclamação: "Neste ano novo vai ser diferente", "Deste ano não passa", "Neste ano eu resolvo isto", "Este ano passado foi o último ano que eu vivo isto",...e tantas outras declarações semelhantes que determinamos para se cumprirem "num ano novo". Tomando este assunto corriqueiro, quero colocá-lo dentro de uma ótica simples e cristã, para tentar, quem sabe, cortar definitivamente o mal pela raíz. E assim, não teremos mais que fazer "promessas" que nunca serão cumpridas, ano após ano...

Existe um princípio cristão, uma lei espiritual criada por Deus e ensinada por Jesus no passado, sobre as consequências e a diferença que há entre o PODAR e o CORTAR PELA RAÍZ. E é sobre isto que quero fazer você pensar um pouco.

Quando Jesus falava aos seus discípulos sobre uma vida que dá frutos ao caráter do homem (ou seja, o contrário de uma vida infrutífera), dizia por meio de uma parábola que: o "ramo" (representando a vida de um homem) de uma "videira" (representando o Deus a quem este homem está ligado) que DÁ FRUTO, deve ser PODADO, para que dê ainda mais fruto; enquanto que o "ramo" de uma videira que não dá frutos, deve ser CORTADO e lançado fora (João, cap.15).

Neste ensino do Senhor Jesus, o foco colocado por ele é o BOM FRUTO, aquilo que "enriquece" o caráter do homem. Se há "frutos" na vida da pessoa, se seu caráter está sendo na prática (e não só na teoria) enriquecido pelo caráter cristão (=de Cristo), então deve-se PODAR. Podar, neste contexto, significaria algo como "viver ainda mais como cristão", livrando-se de todo traço de vida infrutífera que por ventura ainda faça parte da essência do nosso caráter, para que este venha a ser APERFEIÇOADO. Se, porém, ao contrário disto, não há bons frutos, simplesmente CORTA-se, para que não viva mais. Esta é a visão de Deus, a visão do Criador, sobre a lei que Ele mesmo criou: a PODA serve para aumentar os frutos, e o CORTE pela raíz serve para eliminar os frutos de uma única vez.

Se tomarmos este mesmo princípio, esta lei divina, que, por sinal, não é somente sobrenatural/espiritual, mas também natural, e agora aplicarmos ao MAU FRUTO (querendo dizer, um caráter de maus frutos), veremos que é simples o motivo pelo qual muitas vezes, em meio a todos os nossos esforços, não conseguimos cumprir com o que proclamamos no início de cada ano. Fica fácil entender, porque "entra dia, sai dia...entra ano, sai ano", aquele problema que prometemos "dar um fim" em nossas vidas, não pára de "crescer", parece que só aumenta, e não acaba nunca.

Veja: AQUELE MAL QUE VOCÊ PRETENDE QUE NUNCA MAIS ESTEJA PRESENTE NA SUA VIDA, atormentando e causando "dores de cabeça", e que ano após ano insiste em estar agarrado a você, só não acaba de uma vez por todas e desaparece para sempre, provavelmente porque, ao invés de ser CORTADO PELA RAÍZ, ele está sendo, inadvertidamente, PODADO!

O princípio criado por Deus, da PODA e do CORTE, vale tanto para as coisas naturais, como para as sobrenaturais, e tanto para o que é BOM, quanto para o que é MAU, de modo que então, podemos afirmar com segurança, por simples analogia de fatos, que: se eu não CORTO O MAL pela sua raíz, mas ao contrário disto, de um modo tímido e tolerante, MANTENHO VIVO, em parte ou de algum modo, aquilo que quero definitivamente fazer desaparecer da minha vida "no ano vindouro", o que está acontecendo é que: estou PODANDO aquela planta cuja raíz é maligna, fazendo com que ela produza ainda MAIS (MUITO MAIS!) FRUTOS malignos, quando, na verdade, ela deveria ser ARRANCADA, CORTADA PELA RAÍZ!, para que não viva mais, para que morra, e não venha a dar mais dos seus frutos.

Todos nós sabemos, na natureza do mundo vegetal, que uma planta quando é podada, gera muito mais frutos. Ela multiplica seus frutos a cada poda. Mas, quando é cortada pela raíz, a fonte de vida que lhe faz gerar frutos se esgota, e ela fica completamente impossibilitada de frutificar. Isto vale tanto para as coisas do mundo vegetal, quanto para as coisas do mundo espiritual em que o homem está imergido.

Quero dizer: se um mal em nossa vida NÃO é arrancado pela raíz (sem choro, sem timidez, sem tolerância, sem "jeitinho",...), de uma vez por todas!, nós mesmos estamos provocando, naturalmente, o crescimento AUMENTADO dos frutos daquele mal que nos assola.

Digamos que alguém seja um adúltero, e que tenha amante, e que tenha vivido um verdadeiro transtorno nos últimos anos de sua vida, por conta deste relacionamento extra-conjugal. Se esta pessoa desejar livrar-se definitivamente deste problema, e proclamar uma mudança para "este ano", somente uma única atitude irá trazer solução para o seu caso: CORTAR a planta do mal (o adultério) PELA RAÍZ! Em outras palavras: romper imediatamente o relacionamento. Só um afastamento e um rompimento absoluto e definitivo poderá dar fim a um caso deste tipo. Um adultério só acaba, quando a raíz do seu mal é CORTADA. E isto tudo deve ser feito, qualquer que sejam as consequências, doa-se em quem doer. Caso o mal não seja cortado pela raíz deste modo, está pessoa estará tão somente AUMENTANDO SEU SOFRIMENTO, pois "ajeitando" a situação, ela estará PODANDO aquela planta maligna, o que provocará fatalmente, o aparecimento e crescimento de MAIS (MUITO MAIS!) FRUTOS daquele mal que ela tem vivido! Isto torna a sua situação ainda pior do que a situação que vivia "no ano passado".

Outro exemplo muito comum nos dias atuais, está ligado aos "empréstimos de dinheiro" no mercado financeiro. Sabemos que o mercado financeiro é controlado pelo mal, e que não tem parte com o reino de Deus. Entretanto, é comum vermos as pessoas serem atormentadas pelas dívidas, ano após ano, sem conseguir livrar-se desta "planta" carnívora e devoradora de almas. Este é mais um caso que reflete a diferença entre "a poda" e "o corte pela raíz".

Normalmente, quem contrai dívidas junto ao sistema financeiro, acaba fazendo "uma poda seguida à outra", quando, ao invés disto, deveria "cortar o mal pela raíz". O que quero dizer com isto, é que em lugar de quitarem-se todas as suas dívidas e nunca, nunca mais contrair nenhum empréstimo financeiro, toma-se um novo empréstimo para saldar dívidas de empréstimos anteriores. Aquele que tem dívidas, só conseguirá acabar com elas, quando "cortar o mal pela raíz", nunca mais tomando empréstimos. Cada vez que ele "podar" esta planta maligna, contraindo mais um empréstimo, os FRUTOS DO MAL do endividamento vão crescer, e crescer, e crescer sem parar. E porque? Porque este é o princípio, a lei, que o Criador colocou sobre a sua criação: a PODA aumenta os frutos, o CORTE elimina os frutos para sempre.

Creio que este, seja o ponto crucial no comportamento humano, no que diz respeito a "livrar-se de problemas danosos" ao caráter. Sim, pois há problemas "danosos ao caráter" (o que normalmente chamamos de PECADO contra Deus) e problemas "edificantes do caráter". Os danosos devem ser ARRANCADOS pela raíz, CORTADOS, e JAMAIS PODADOS. Já os problemas que edificam o caráter cristão do homem, e que muitas vezes são até evitados por nós, estes devem até mesmo ser CULTIVADOS, podados, pois eles vão produzir, em tempo oportuno, BONS FRUTOS, em quantidade crescente, para nosso caráter.

Os exemplos que dei, são absolutamente tratados como "coisas comuns", como algo "normal" no cotidiano da sociedade, e quase nunca vistos como uma ameaça. Mas, isto ocorre somente porque a maioria das pessoas simplesmente desconhece as leis do Criador, sejam elas espirituais, sejam elas naturais. Ou então, por pensarem que talvez tais leis só se aplicam "aos cristãos", ou "aos que crêem na existência de um Deus criador". Fique claro, que isto é um engano, pois assim como a "lei da gravidade" está afetando a todo tempo, todo e qualquer ser humano que vive, viveu, ou viverá neste planeta, assim também acontece com as demais leis da criação de Deus. Portanto, assim é com a lei da PODA e do CORTE. Ambas criadas por Deus, ambas agindo sobre crentes ou ateus.

Talvez este posicionamento pareça muito radical, mas creio que esta é a palavra mais apropriada para o assunto: RADICAL. O mal, qualquer que seja ele, deve ser atingido "na raíz", e para isso, é preciso ser "radical". Neste ponto, Jesus, que é a Pessoa do próprio Deus em sua plenitude, nunca deixou de ser. É com ele, que aprendemos a resolver problemas que tornam a vida infrutífera, atingindo-os na raíz, sendo radical, como Deus é.

Não se esqueça: a cada ano que passa, a cada dia que passa, viva tendo em mente e agindo para CORTAR os problemas danosos (pecados contra Deus) pela raíz, e para podar os "problemas" que nos edificam, para que nossa vida seja uma vida de frutos, bons frutos, e não uma vida INFRUTÍFERA como temos visto em quase toda parte deste mundo.

E você, é claro, não precisa (e não deve) esperar o próximo ano, nem o próximo carnaval, para "cortar o mal pela raíz". PODAR uma árvore maligna, fará somente com que você COLHA MAIS FRUTOS dela, do mal que ela representa. Portanto, seja sábio, não caia mais na tentação de "podar uma planta maligna", achando que vai resolver o problema que ela tem lhe causado, mas sim, corte o mal SEMPRE PELA RAÍZ! As leis do Criador são implacáveis. Se alguém se atirar de um penhasco, certamente irá se espatifar no solo e ficar aos pedaços. Do mesmo modo, se alguém podar uma "planta maligna" (como as dos exemplos dados, entre tantos outros), certamente irá colher dos seus maus frutos, fartamente!