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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Maná?!...De novo?!?

O ser humano tem realmente uma tendência à inquietação, a buscar aquilo que ele não tem nas mãos, aquilo que não está disponível. É incrivel, mas por mais que o homem tenha, ele parece "um animal insaciável". Parece que nada pode satisfazer a alma de um ser humano.

O povo de Israel no deserto, tendo saído do sofrimento no Egito, reclamou: "Maná?!...De novo?!? A gente não aguenta mais!"

Por vezes eu fico pensando, que tipo de alimento extraordinário era este "maná" que os israelitas colhiam diariamente e do qual se alimentavam.

“Os israelitas deram àquele alimento o nome de maná. Ele era parecido com uma sementinha branca e tinha gosto de bolo de mel.” (Êxodo 16:31)

É impressionante pensar, que em um só alimento, Deus colocava absolutamente todas as necessidades diárias de energia e nutrientes que um homem, mulher ou crianças, necessitavam para sobreviver. E isso, considerando uma vida, digamos, excêntrica, fora do normal, porque estavam andando por dias a fio, que chegaram a 40 anos no deserto. Eu pessoalmente nunca estive num deserto, mas sabe-se que não é fácil manter-se "saudável" em um ambiente destes, digamos, climaticamente hostil. No entanto, o "maná" de Deus, era um alimento extraordinariamente superior a qualquer dieta super-enriquecida, dessas que hoje os "super-executivos" do mundo dos negócios têm em sua rotina de "alta-performance". Nos dias de hoje, creio que nenhuma destas indústrias de alimento, com toda sofisticação e tecnologia que possuem, seriam capazes de reproduzir tal coisa. No entanto, este precioso e inigualável alimento "divino", foi desprezado pelo povo de Israel por várias vezes.

“Havia estrangeiros viajando com os israelitas. Eles estavam com muita vontade de comer carne, e até mesmo os israelitas começaram a reclamar, dizendo: —Ah, se tivéssemos um pouco de carne para comer! No Egito comíamos quanto peixe queríamos, e era de graça. E que saudades dos pepinos, dos melões, das verduras, das cebolas e dos alhos! Mas agora acabaram-se as nossas forças. Não há mais nada para comer, e a única coisa que vemos é esse maná!” (Números 11:4-6)

“Então os israelitas saíram do monte Hor pelo caminho que vai até o golfo de Ácaba, para dar a volta em redor da região de Edom. Mas no caminho o povo perdeu a paciência e começou a falar contra Deus e contra Moisés. Eles diziam: —Por que Deus e Moisés nos tiraram do Egito? Será que foi para morrermos no deserto, onde não há pão nem água? Já estamos cansados desta comida horrível e miserável!” (Números 21:4-5)

Nós sabemos que, de tudo que Israel viveu "na carne", na realidade do seu cotidiano com Deus, existia uma imagem refletida como em espelho, daquilo que nós, no presente, viveríamos em nossa vida espiritual com Deus. E de fato, é esta imagem refletida que tenho visto ultimamente. Pessoas enfastiadas, enjoadas, cansadas de serem alimentadas...pelo verdadeiro maná de Deus.

Eu pergunto: poderia alguém enjoar de comer maná? A história conta, que os israelitas enjoaram daquela comida que literalmente caía do céu. Durante 40 anos tiveram que se alimentar do "miserável maná". E porque enjoaram? Porque com o passar do tempo, passaram a não considerar mais o que aquele alimento continha, nem o propósito de sobrevivência a que ele servia, mas sim, tão somente o seu sabor. Comparado com "as delícias" do Egito, dos tempos da escravidão sob as correntes de Faraó, o maná de Deus era "detestável".

Minha esposa costuma dizer, que eu sou assim: quando gosto de alguma coisa, posso comer por meses, talvez anos a fio, e depois, quando enjôo daquilo, simplesmente não como mais, de jeito nenhum. E realmente assim acontece comigo. De uma hora para outra, experimento tal comida, e quero comer aquele prato todo dia. Até o dia que me enjôo daquele sabor, e não quero nem ver mais na minha frente. Porque? Porque chega uma hora, em que o sabor "enjoa".

O que os israelitas não entendiam, não percebiam, é que aquele alimento, o maná, não servia para satisfazer "o paladar", o prazer de comer, o gosto de se comer um prato agradável e delicioso. O maná, o alimento perfeito de Deus, era o alimento que os "MANTINHAM VIVOS!".

É claro que muitos outros alimentos, muitos outros pratos de comidas diversas, seriam muito mais saborosos e apetitosos aos estômagos do povo de Israel, principalmente durante uma dura e longa viagem pelo deserto. Mas o importante naquela jornada não era "o prazer", mas sim, "o VIVER"! Ou ainda, se preferir, "o sobreviver".

Pessoalmente, eu sempre me deliciei com alguns tipos de comidas saborosas, daquelas tipo "não nutritivas", mas muito apelativas ao prazer do paladar. Durante bom tempo, costumava comer somente muita massa, e tudo que está relacionado à deliciosa "farinha de trigo". Uma boa pizza, muitos pães, muito sanduíche, e muito molho de tomates, dos mais saborosos possíveis. Outro tipo de comida que sempre exerceu um forte apelo sobre meu estômago são os pratos da cozinha chinesa. Que sabor inigualável! Não sou de comer muito, em quantidade, mas sempre tive o costume de comer somente o que gosto, "o que dá sabor", o que agrada ao paladar, e não me importando muito com a idéia de estar me fazendo bem ou não, em termos de "sustento" e "saúde". Por aí você pode ter uma idéia, de quantas vezes eu comi "hortaliças e legumes" durante minha vida. Praticamente ZERO!

Mas, hoje, passados anos, tenho me acostumado a deixar de lado "o prazer", e me alimentar com aquilo que "me dá vida", que me mantém vivo! Legumes, por exemplo, fazem hoje parte de meu cardápio diário da noite. Obviamente, estou mais saudável do que antes.

Qual a diferença que aconteceu em minha vida alimentar? Deixei de lado o prazer de comer,o sabor das coisas que minha boca se agrada, pelo "comer para viver". Pois, tenha certeza, é mais necessário VIVER do que ter prazer.

Do mesmo modo que no passado o maná "natural" que caía do céu no deserto, como um orvalho, servia para o sustento da vida do povo de Israel, o maná "sobrenatural" que comemos hoje, o pão que veio do céu, que é Jesus, a Palavra de Deus, nos serve para "nos mantermos vivos"! Mas me parece, que nem todos têm compreendido esta realidade.

O homem não tem se conformado com "a palavra nutritiva" de Deus, aquela que sustenta, que dá vida, o pão genuíno de Jesus Cristo, que é o maná do nosso tempo. Ao contrário disso, tem buscado "a palavra que dá prazer", "o pão das delícias", aquela comida que é saborosa, aquela que "aguça o paladar" da alma. Ao invés de entender que o maná, ainda que muitas vezes torne-se enfastiante pelo sabor, é extraordinariamente, divinamente nutritivo e essencial para manter a vida, o homem tem desejado comer somente daquilo QUE LHE DÁ PRAZER.

Há uma infinidade de "pratos espirituais" sendo servidos por toda parte, e anunciá-los agora me tomaria tempo. Mas, para não deixar de citar um ou outro, posso chamar a sua atenção para a "Doutrina da Prosperidade Pessoal", "Mundo Gospel", e "União das Igrejas pela paz e amor", entre outros.

Nos dias de hoje, quando alguém prega a verdadeira palavra de Deus, prega o evangelho de Jesus em Espírito, como o maná que veio do céu, os homens na terra retrucam: "Maná?!...De novo?!? Estamos cansados desta comida de sabor detestável, miserável! Não aguentamos mais! Pode parar! Sem prazer não dá, sem sabor não!" E porque? Porque não querem, não buscam senão O PRAZER, senão o sabor. Não pensam em viver, sobreviver em sua alma, mas sim em desfrutar "do prazer de comer"! São carnais, e não espirituais.

Deixe-me alertar-lhe sobre uma verdade: o maná de Deus, Jesus Cristo, o pão que veio do céu, NÃO FOI FEITO PARA O NOSSO PRAZER!, para satisfazer nosso paladar. Ele foi feito para nos "MANTER VIVOS", neste deserto insólito, nesta jornada pela terra seca, que logo vai se acabar, em breve.

Se você acha que alguma comida espiritual que lhe agrada o paladar, que é deliciosa em sabor, pode dar-lhe sustento, lhe trazer sobrevivência neste mundo "sem Deus", eu afirmo a você que somente o maná de Deus pode sustentar uma alma neste deserto que é a vida no mundo, especialmente neste presente século.

O povo tem saído a comer os deliciosos pratos espirituais do prazer, do sabor, das delícias, ouvindo pensamentos, idéias e doutrinas feitas por homens, "abrindo seus próprios restaurantes espirituais" (alguns destes estabelecimentos com capacidade para três, cinco, ou ainda dez mil pessoas,...música ao vivo, shows e performances de astros e famosos, com serviços de cozinheiro chefe, garçons altamente treinados e qualificados, área de recreação para suas crianças, manobrista e coisas afins...simplesmente incrível!), que em nada podem nutrir, em nada podem dar vida, mas que são saborosas aos "ouvidos" da alma, ao coração do homem. Talvez até já tenham se alimentado do verdadeiro maná de Deus, mas, com o tempo, o sabor as deixou enfastiadas, enjoadas, e agora reclamam por algo "mais saboroso".

Existem ao nosso redor milhares ou mais, destes "cozinheiros" dos "pratos do Egito", das delícias de Faraó. A "cozinha" de satanaz tem produzido um cardápio à altura do cliente mais exigente! Basta procurar, e você logo vai poder achar um destes "bons restaurante", que lhe sirva aquele "prato que lhe dará água na boca". E isso, pela singela quantia de "sua generosidade" financeira. E se não lhe agradar, é só dobrar a próxima esquina, e com certeza "mais uma porta aberta" você vai encontrar. São várias, inúmeras, distribuídas por toda parte. Talvez até, existam em número maior do que os próprios restaurantes.

Seremos nós tão obstinados e cegos como a Israel do passado? Seremos nós tão carnais e inconsequentes como os que caíram mortos no deserto? Desprezaremos nós "o maná que veio dos Céus"? Espero que não. Ao contrário, sejamos sóbrios, sejamos sábios...voltemos à sobriedade do alimento que nos MANTÉM VIVOS, neste deserto espiritual que é o mundo. Nosso prazer, o nosso sabor, a satisfação do nosso "apetite" estão reservados para o futuro, estão preparados para em breve,...ou acaso se esquecem que a mesa foi posta e espera o noivo e seus convidados? No momento, estamos de passagem pelo deserto, e Deus, pelo seu Espírito, nos tem, sabiamente, mantido VIVOS...se, é claro, nos alimentarmos, EXCLUSIVAMENTE, de seu maná genuíno.

Dá próxima vez, em que um sabor agradável, um prato desejável, lhe causar "água na boca", ao ponto de sua alma "encher sua boca espiritual de saliva", procure seguir o seguinte conselho: CUSPA! Pois é melhor "cuspir", do que se "afogar engasgado", pelas "delícias de satanaz" que lhe causam comixão nos ouvidos, e lhe incendeiam a mente ou o coração. E continue se alimentado do puro maná de Deus...e vivendo, sobrevivendo no deserto. Até que chegue o dia, tão desejado, tão esperado,...do banquete do Cordeiro!

Bem disse o Senhor...os que se dão aos sabores da "glutonaria", e aos prazeres da "bebedeira", jamais poderão herdar...o Reino de Deus!

“Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que julgará todos os seres humanos, tanto os que estiverem vivos como os que estiverem mortos, eu ordeno a você, com toda a firmeza, o seguinte: por causa da vinda de Cristo e do seu Reino, pregue a mensagem e insista em anunciá-la, seja no tempo certo ou não. Procure convencer, repreenda, anime e ensine com toda a paciência. Pois vai chegar o tempo em que as pessoas não vão dar atenção ao verdadeiro ensinamento, mas seguirão os seus próprios desejos. E arranjarão para si mesmas uma porção de mestres, que vão dizer a elas o que elas querem ouvir. Essas pessoas deixarão de ouvir a verdade para dar atenção às lendas. Mas você, seja moderado em todas as situações. Suporte o sofrimento, faça o trabalho de um pregador do evangelho e cumpra bem o seu dever de servo de Deus.” (2 Timóteo 4:1-5)